O Primeiro Álbum Solo de Pastor
Multi-instrumentista, produtor e compositor mineiro de 23 anos, Pastor já acumula um capital simbólico raro na música brasileira. Nascido em Belo Horizonte e imerso na música desde a infância, recebeu seu primeiro violão aos oito anos — um gesto que despertou vocação. Aos 14, compôs "Pra Praia", que alcançou repercussão nacional ao figurar entre as 50 mais ouvidas do Brasil.
Ao longo dos anos, colaborou com nomes como Djonga, Criolo, Sidoka, Fleezus e Chris MC, além de mais de 150 artistas em mais de 100 obras autorais. Como produtor, começou aos 16 anos produzindo no celular e venceu campeonatos da Academia de Beats, o maior fórum de beatmakers do país.
Em 2025, fundou a Toca do Pastor — seu selo e estúdio — para fortalecer a cena independente e impulsionar novos talentos da música mineira. Destaca-se pela musicalidade refinada, domínio de múltiplos instrumentos e performance singular no saxofone.
Mais do que um músico, Pastor é um agente cultural que vive integralmente a música — criação, produção, performance e inovação.
"Novos Ciclos" é um álbum conceitual que funde jazz moderno, hip-hop contemporâneo e soul atmosférico em uma narrativa coesa sobre transição, ritual e renascimento. Uma obra que se move entre o orgânico e o minimalista, convidando o ouvinte a uma jornada íntima e musicalmente refinada.
A narrativa é guiada pela figura do "Pastor" — um arquétipo que conduz suas ovelhas (sentimentos, histórias, versões de si mesmo) através de paisagens sonoras. O saxofone atua como um "cajado contemporâneo", uma voz que comenta, dialoga e respira junto com o ouvinte.
A identidade visual reflete essa dualidade: cinematográfica e bucólica, filmada em campos abertos com luz natural, mas carregando a sofisticação e a complexidade da música urbana.
O álbum transita entre o ritual e o renascimento. A figura do Pastor conduz uma jornada de introspecção, onde cada faixa é uma paisagem emocional a ser atravessada.
A sofisticação do hip-hop contemporâneo e a complexidade da música urbana dialogam com a estética bucólica, criando um contraste que define a identidade única do projeto.
Jazz moderno, hip-hop e soul atmosférico se fundem em texturas orgânicas. O saxofone é o fio condutor — cajado contemporâneo que respira junto com o ouvinte.
Um dos maiores nomes do rap nacional contemporâneo. Sua presença representa a ponte entre a sofisticação artística de Pastor e a potência comercial do rap brasileiro, oferecendo legitimidade e alcance massivo.
Promessa do rap mineiro, reconhecido pela versatilidade e presença na nova geração de Belo Horizonte. Colaborou com Kdu dos Anjos e Djonga, reforçando a conexão de Pastor com a tradição do rap de Minas.
Vasto histórico no rap de batalha e freestyle. Finalista do Duelo de MCs Nacional em 2017, Drizzy simboliza a fusão entre a tradição da batalha e a sofisticação do álbum conceitual.